domingo, março 17, 2013

Meus 14 anos



30 de abril de 1982. Véspera de meu aniversário de 14 anos.
Eu estava animada, já que minha mãe prometera um almoço fora e talvez um cinema, um passeio para estrear a jaqueta jeans novinha que eu tanto pedira. Vivíamos uma época difícil, de dinheiro curto. Por sorte, minha avó materna e meu tio (que também é meu padrinho) nos acolheram depois da separação complicada de minha mãe, um escândalo na época. E foi a primeira separação da família inteira, de todos os lados... Hoje é algo mais comum, embora ainda sofrido. Naqueles tempos, ainda havia uma carga de preconceito bem grande, cheguei a ouvir de vizinhos que uma das meninas da rua não poderia brincar conosco por sermos filhas de mulher separada!!




Enfins. Meu pai vinha nos ver todos os domingos, nos levava para almoços nos tios portugueses, o que nos permitia conviver mais com a família do lado dele, foi algo ótimo! Eu e minha irmã percebemos que ele passou a nos dar mais atenção depois do que antes da separação... Com o tempo, as coisas assentaram e continuamos a nossa vida de crianças normais que éramos: escola, turma da rua, às vezes um passeio, biblioteca, estudar, etc. No meu caso, eu ainda precisava tirar notas boas, porque bolsista não pode sequer considerar repetir o ano na escola. Era minha responsabilidade principal, dizia minha mãe. E sempre me esforcei, uma forma de compensar pelo tanto que ela trabalhava: de dia como esteticista em uma clínica, à noite como professora universitária, chegava a lecionar em 2 ou 3 faculdades porque professor não ganhava bem naquela época. Apesar dos títulos de mestre e doutora que ela tinha, o salário de professor era menos que o necessário para manter duas filhas pequenas, por isso ela procurou outra opção que rendesse mais, mesmo que fosse mais simples.

Em 1982, já fazia alguns anos que mamãe às vezes passava mal. Mal mesmo: uma úlcera a fazia vomitar panelas e panelas de sangue. Depois de 1979, ela não conseguiu esconder mais esconder de nós tais incidentes, mas a pior crise foi a que aconteceu na véspera de meu aniversário de 14 anos. Nesse dia, ela chegou do serviço de táxi, por volta das 10 da noite, já se sentindo mal. E começou o pesadelo. Pouco depois que ela começou a vomitar, a levamos para o hospital, que graças aos Deuses era do outro lado da rua. Eu me recusei a sair de perto: acompanhei o desespero na voz das enfermeiras, que pediam por uma lupa para tentar localizar uma veia, qualquer uma, para começarem uma transfusão de sangue de urgência. Vi a correria do médico para estabilizar o estado de mamãe. Percebi quando ela perdeu a consciência. 

Dá pra ver muita coisa do lado de fora da porta aberta de um quarto de hospital.

Foi uma noite infernal. Por volta das 4 da manhã, conseguiram me arrastar para casa, porque até então eu continuava em volta da porta do quarto onde ela estava, com sua situação levemente estabilizada. O hospital cuidou dela como pôde, mas no dia seguinte meu tio Álvaro solicitou a transferência para o hospital de Mogi das Cruzes no qual ele trabalhava como médico. Os médicos duvidavam que mamãe conseguisse sobreviver à viagem de 2 horas em ambulância, mas concederam a transferência.
Ela conseguiu. Viveu ainda mais 9 anos e 7  meses. 

Quando essa crise aconteceu, a maior preocupação dela era que minha irmã Ana só tinha 10 anos e precisaria de apoio até se tornar adulta. E mamãe pediu novamente que eu tomasse conta da Ana, que era tão pequenina. Assim eu fiz.

Fiz também o secretariado técnico, porque mamãe julgava que eu conseguiria trabalho bem remunerado com certa facilidade (e foi o que realmente ocorreu). Por ela, encarei ainda a faculdade de secretariado: minha formatura aconteceu 20 dias antes dos meus 21 anos.  E trabalhei muito para juntas darmos conta da vida, até que ela se foi por causa do câncer causado por essa maledeta úlcera que não se conseguia curar...

Sempre estive presente quando ela precisou. E agradeço imensamente por tudo que ela me proporcionou... 

Mas por que estou contando isto tudo agora? É que durante o meu ginásio e até mesmo no colegial, eu nunca contei dos problemas de saúde que enfrentávamos em casa. Eu simplesmente deixava quieto, pensava que ninguém precisava saber e eu definitivamente não queria virar a “coitadinha” da minha turma de ginásio... Mas convenhamos: não há como continuar a ser criança depois de conviver por algum tempo com pessoas seriamente doentes. E foi isso que aconteceu comigo e com a minha mana Ana. Hoje estou mais à vontade para contar que sim, nós vivemos tudo isso. Foi como aprendemos que, apesar dos problemas, temos mais é que aproveitar plenamente a vida. 

Exatamente como a minha mãe fez. :-)

sábado, agosto 18, 2012

Fantasmas

A gente colhe o que planta, não é assim que as vovós dizem? Pois é.
E de repente surge um daqueles fantasmas que a gente preferia que continuasse lá, esquecido no passado bem distante.
E ele, o fantasma, insiste em demonstrar que as águas passaram, as coisas mudaram, quer ser amiguinho. Deixemos pra lá o que houve...
Ó, não vai dar não. Mal não quero, mas o mal estar pelo mal feito continua até hoje.
Não é porque viramos a página que perdi minha memória, ok?

sexta-feira, outubro 28, 2011

Finados

Quando me assumi pagã, decidi seguir a roda do hemisfério sul.
Ou seja, as comemorações da roda do ano de acordo com as estações.
Finados é uma comemoração de entrada de outono, não de primavera...
Mas a vida tem suas surpresas.
Em 2 de novembro de 2008, meu sogro faleceu depois de uma doença sofrida.
E amanhã vai fazer dois anos que dois dos meus tios mais queridos faleceram também.

Tio Vivaldo era o pé de valsa da família.
Eu amaaaaava dançar com ele, que era presença obrigatória em nossas formaturas...
Tão gentil, sorridente, uma delícia de conviver (minha família é diliça).

Tio João Germano morava longe, mas sempre foi tão querido...
Tivemos vários papos por MSN, depois que nos encontramos por lá.
Até hoje não tive coragem de apagar o perfil e fico com lágrimas nos olhos só de lembrar dele...

Sinto uma pitada de arrependimento por não ter aproveitado mais quando estávamos juntos, mas desconfio que isso faz parte da vida.
Também desconfio seriamente que os ambos estão fazendo festa na terra do verão.

E assim
Finados agora faz absolutamente todo o sentido para mim.
E minha roda do ano girou novamente.


segunda-feira, setembro 05, 2011

Mochinha Brownies

Atendendo aos pedidos dos amigos do Feicibuque... ;-)
Esta receita foi adaptada do livro “Blissful Brownies”, que é uma graça e ainda vem com medidas em sistemas métrico e imperial. Mão na roda!! :-D
Só avisando: este não é um bolo doce e tem sabor forte de café com chocolate amargo. É ideal para paladar adulto. Marido gostou tanto que tomou posse de 9 dos 12 cupcakes!!! Se quiser mais doce, use a medida original de açúcar e chocolate com porcentagem menor de cacau, de repente um chocolate ao leite...
Também dá para substituir a amêndoa por castanha do pará. Mas dá outro sabor... ;-)
Ah, eu também acrescentei a farinha. A massa estava bem líquida, o resultado ficou muito gostoso. Mesmo. Taí um bolinho que vou repetir sempre...
Ingredientes
150 gr de chocolate amargo de boa qualidade (usei o Casino 52% de cacau para sobremesas)
100 gr de manteiga, mais extra para untar a forma (agora estou usando 80 gr pra ficar mais leve...)
1 colh de sopa de café instantâneo em grão
1 colh de sopa de extrato de baunilha (usei essência mesmo, fazer o quê!)
1 xícara de amêndoas bem picadinhas (o melhor é usar farinha de amêndoas)
¼ de xícara de açúcar light (usei União) - a receita original diz para usar 1 xícara de açúcar (aquela que vc mede e "raspa" com uma faca para tirar os excessos)
4 ovos, separar clara da gema
¼ de xícara de farinha de trigo peneirada
Açúcar de confeiteiro (opcional, eu nem coloquei)
Modo de fazer

Para começar, esquente água e coloque as amêndoas inteiras com pele (em torno de 1 ¼ de xícara) para ferver por uns 2 minutos, até que “inflem”. Retire fogo, descasque a pele (é fácil!), enxugue as amêndoas e triture com o mixer até virar uma pasta. Reserve.
Aqueça o forno a 180ºC. Unte uma forma quadrada de 20 cm (usei redonda de 22 cm de diâmetro) e coloque papel manteiga no fundo (é só cortar um quadrado do tamanho da forma, até dá para usar a própria forma como molde). Como eu queria cupcakes, coloquei forminhas amanteigadas em 12 vãos de forma e mandei bala.
Coloque o chocolate e a margarina em um recipiente de vidro e aqueça por 1 minuto no microondas em potência alta. Misture até o chocolate derreter e se incorporar bem à margarina. Pode haver necessidade de mais 30 segundos de aquecimento.
Adicione as amêndoas e o açúcar, misture bem. Em seguide, acrescente a farinha aos poucos. Depois coloque as gemas, misturando bem até incorporar.
Bata as claras em neve até formar picos firmes.
Incorpore suavemente à massa de chocolate.

Coloque na forma untada e alise a superfície. Eu coloquei 2 colheradas grandes da massa nas forminhas de cupcakes.
Asse no forno pré-aquecido por 30 a 40 minutos, até formar uma casquinha firme, mas com o interior ainda umedecido.
Deixe esfriar na forma, depois retire da forma, remova o papel manteiga e corte em pedaços. Se desejar, pode peneirar o açúcar de confeiteiro em cima, para fazer charme.

Adendo em 02/06/2012: Também fica bom acrescentar: raspas de casca de alguma fruta cítrica (limão tahity, limão siciliano, laranja, etc) e pedaços de nozes, damascos, castanha do pará e frutas secas do gênero. Totalmente nham nham!

Enjoy it!!

sexta-feira, agosto 05, 2011

Segredinhos das lãs

Por ter morado um bom tempo em Santa Catarina, onde faz frio de abril a outubro, precisei descobrir como me manter quentinha e confortável. Lá fui ler e xeretar, especialmente no Ravelry, o que me levou a descobrir coisinhas interessantes sobre tricô e seus materiais...

Por exemplo: para evitar que a meia fique escorregando na perna, os punhos das meias não podem ser nem muito justos nem largos demais. Se estiver justo, vai apertar e fica desconfortável. E depois escorrega perna abaixo, do mesmo jeito que a meia com punhos largos demais. E isso vale também pras meias que a gente compra por aí!

Outra manha é que, pra ficar confortável no inverno, o fio escolhido precisa ter lã. Não adianta tricotar meia ou pulover de fio 100% acrílico: o que realmente vai nos deixar confortáveis é a lã, lã mesmo, que por ser uma fibra animal retém até 50% de seu peso em umidade. Ou seja, se você suar, a lã absorve a umidade sem ficarmos com aquela sensação horrorosa que o acrílico deixa. Saca pé suado? Irc. E depois que esfria, esse pobre pé gela e não há o que aqueça. Não se passa por isso com lã porque, justamente por ser fibra animal, ela é térmica e não abafa como o acrílico. Se houver flutuação entre frio e calor, você continua "de boa", mesmo se suar.

Mais uma característica da lã: ela tem uma certa elasticidade que fibras como o algodão não possuem. A lã mantém a forma muito melhor que o algodão. É só lembrar daquele pulover lindo de puro algodão que fica que nem um saco depois de algumas lavagens...

Por essas e outras vale gastar um pouco mais de dindin e comprar um fio com lã. Pode ser uma mescla, tipo o Sedificada, que contém 30% de lã e aguenta legal a máquina de lavar (é o que uso pra fazer meias de dormir no inverno). Falando nisso, um dos maiores problemas é que lã encolhe se não souber lavar, né. A lã contém muita lanolina, que sai nas lavagens mais pesadas. Se lavar em água quente e esfregar, pronto, babaus. A danada feltra e encolhe até 30%. Para evitar esse problema, há opções. Podemos comprar uma lã mista, com algo entre 30% a 70% de outra fibra, seja algodão ou fibra criada pelo homem (nylon, poliamida ou mesmo o acrílico) ou então tem que aprender a cuidar das peças 100% lã.

Como eu tenho alguns twin-sets de lã, precisei aprender a lavar. Passei um perrengue quando quase encolhi meu casaquinho predileto (mistura de cashmere e seda, divino de macio, encolheu um cadinho por secar ao sol, baita erro!). Esse jeito de lavar é trabalhosinho, mas simples, já fiz algumas vezes.

Pra começar, separe as peças claras das escuras.
Prepare um molho com sabão de côco líquido ou sabão para roupas delicadas.
Coloque a peça, sem esfregar nem balançar nem chacoalhar.
Deixe a peça mergulhada quietinha de 1 a 3 horas.
Retire a peça, sem torcer, sem esfregar nem nada, e amasse com delicadeza pra tirar o excesso de sabão.
Encha o balde com água FRIA (isso é importantíssimo!), mergulhe a peça e deixe uns minutinhos.
Repita o processo de tirar da água, amassar pra tirar o excesso de água e passe novamente na água limpa até tirar o sabão.
Se a peça estava "arranhando" a pele quando seca, passe uma água com um pouco condicionador de cabelo que vai ficar diliça. (Lembra? Fibra animal? Então.)
Na última água, eu coloco um pouco de vinagre, o que garante a retirada completa do sabão.
Jogue fora a água de vinagre e coloque a peça, pode ser empapada de água mesmo, na máquina de lavar.
Programe um ciclo de centrifugação (sem enxágue, por favor!).
Quando a máquina terminar de centrifugar, a peça estará praticamente seca.
Agora vem a manha: malhas de lã e fibras similares precisam secar esticadas sobre um varal. Não pode pendurar de jeito algum! Então eu estico sobre as varetas de um varal de piso e deixo a noite toda.
Outra opção é colocar uma toalha esticada sobre uma superfície reta (tipo a parte de cima da própria lava-roupa ou mesmo no chão) e esticar a peça de lã em cima.
O vento e o tempo terminam o serviço. E lembre de deixar a peça na sombra!

Aqui no Brasil temos poucos fios de lã, pelo menos até agora. A Aslan chegou a lançar alguns fios maravilhosos, como o extinto Oxford, que só durou uns 2 anos. Decidiram tirá-lo do mercado porque o fiozinho não vendeu bem por aqui, embora o gerente da Aslan tenha me contado que nos EUA esses fios vendem como água... Então o melhor da produção deles acaba sendo exportado. Peninha, mas ainda temos algumas opções. O fio Merino, da Cisne, tem 50% de lã merino e parece ser perfeito pra cardigãs. Tem outros mais, claro. E algumas sortudas ainda encontram preciosidades como o Passion, da Pingouin, em armarinhos com estoque antigo... ;-)

domingo, julho 31, 2011

Fofices pra blythe!!

Uma das graças de ter blythe é fazer as roupas e terecotecos.
Pra quem sabe tricô e crochê, há várias receitinhas gratuitas fofas na internê, então fiz um apanhado no Ravelry pra facilitar a vida... O único galho é que a maioria está em inglês.
Mas juro que compensa (e é até mais fácil do que tricotar em português!)...

Pra começar... Chapéu de coruja!! Yeah yeah!
http://bellasartes.blogspot.com/2011/03/retro-owl-hat-for-blythe-free-pattern.html

Boina à francesa:
http://bellasartes.blogspot.com/2010/12/tam-for-blythe-free-pattern-and-bonus.html

Chapéu de ursinho em tricô:
http://blythetoday.com/2011/05/08/little-bear-hat-free-pattern/

Mais um chapéu de ursinho, em crochê:
http://esshaych.blogspot.com/2011/07/free-pattern-fuzzy-bear-hat.html

Boina com agulha grande de tricô:
http://blythetoday.com/2011/04/23/raspberry-ripple-free-pattern/

Chapéu de tubarão:
http://pandorasknittingbasket.blogspot.com/2010/07/shark-hat-for-blythe.html

Casaco com capuz:
http://www.puchicollective.com/sewing-patterns/knitting-pattern-nxtdrgrrl-blythe-hoodie/
(Esse foi traduzido pro Blythe.com.br pela Samara, mas não consegui encontrar a receita por lá.. schuif)

Blusa com decote em coração pra quem tem coragem de encarar linhas finiiiinhas...
http://www.throwingkittens.eu/index.php?2007/08/21/2-heart-shaped-sweater

Poncho:
http://web.archive.org/web/20071226010942/yarnygirl.com/?page_id=45

Camiseta pra blythe e pullip:
http://mnordyke.blogspot.com/2010/01/knitting-pattern-pullip-t-shirt.html
E um top sem alças:
http://mnordyke.blogspot.com/2009/10/introductory-post-pssh.html
Bolero lindico pra usar com o top sem alças:
http://mnordyke.blogspot.com/2009/11/pullip-bolero.html

Um xale (toda bonequinha precisa de um, né!):
http://bellasartes.blogspot.com/2011/03/shawl-for-blythe-free-pattern.html

Este é um cardigã de uma tricoteira tradicionalíssima, a receita foi adaptada pro tamanho das bonecas, dá pra fazer pras grandonas ou pras blythes e até pras LYs!!:
http://www.miniknittingstuff.com/freepatt.htm

Falando em Lati Yellow, tem um vestidinho lindo aqui...
http://thelittleowl-blog.blogspot.com/p/knitting-patterns.html

Chapéu de monstro!!
http://chelle-chelle.com/index.php/2010/03/25/blythe-monster-hat-free-crochet-pattern/
Que foi inspirado no chapéu de monstro da Lisa QD Patooties:
http://qdpatooties.blogspot.com/2009/01/free-crochet-pattern-for-blythe-monster.html

Aliás, a Lisa tem outras receitinhas lindas, olha só:
http://qdpatooties.blogspot.com/2008/06/blythe-crochet-cloche-hat-pattern.html
http://qdpatooties.blogspot.com/2011/03/free-blythe-hat-pattern.html
http://qdpatooties.blogspot.com/2008/10/simple-crocheted-winter-cap-for-blythe.html
http://qdpatooties.blogspot.com/2009/06/bee-in-her-bonnet-blythe-hat.html

Ela também oferece várias receitas gratuitas de monstros, vai que sua blythe precisa de um amiguinho... :-D
http://qdpatooties.blogspot.com/p/free-patterns.html

A Woolly Rockers disponibiliza várias receitas gracinhas:
http://woollyrockers.wordpress.com/home-web/patterns/

O Ravelry também oferece várias receitas pagas, como este maravilhoso Boyfriend cardigã:
http://www.ravelry.com/patterns/library/blythe-doll-boyfriend-cardigan-pattern

E também tem receitas gratuitas lindinhas que só podem ser baixadas no próprio Ravelry:
http://www.ravelry.com/patterns/library/novellas-beret
http://www.ravelry.com/patterns/library/blythe-scalloped-lace-skirt
http://www.ravelry.com/patterns/library/blythe-felted-hat--tote-bag
http://www.ravelry.com/patterns/library/blythe-gnome-hat (AMO! Já fiz e fica gracinha!!)

Esses três últimos são da Evelyn Clark, uma tricoteira MARAVILHOSA!! :-D

Bem, é isso, pe-pe-pessoal. Agora é encarar as agulhas.
Boa diversão!! :-)

domingo, julho 10, 2011

Sempre

"Não pode. Você não."
E me olha comprido, aquele olhar profundo que sempre responde ao meu.
Esse sentimento sempre esteve ali, calado, mas tão aparente...
O tempo passa, nossas vidas mudaram tanto, mas isso não muda.
Todos sabem que está lá, só que...
Bem.
É fruto proibido.

Tem noção da tentação?
Mas não.
Não pode.

E assim seguimos...
Como sempre.